
O que é Disaster Recovery?
Disaster Recovery (Recuperação de Desastres) é o conjunto de estratégias, políticas e procedimentos que visam restaurar sistemas, dados e infraestrutura de TI após eventos disruptivos. Esses eventos podem ser falhas técnicas, ataques cibernéticos, erros humanos ou desastres naturais, como incêndios ou enchentes.
Em um cenário de TI moderno, onde a alta disponibilidade e a continuidade dos serviços são mandatórias, o Disaster Recovery é essencial para garantir que a empresa consiga retomar suas operações no menor tempo possível, minimizando perdas e impactos.
Por que o Disaster Recovery é indispensável?
1. Continuidade de negócios
A principal razão para implementar um plano de Disaster Recovery é garantir que a empresa continue operando, mesmo após um incidente grave. Empresas que enfrentam interrupções prolongadas frequentemente perdem competitividade, receita e reputação.
2. Redução de prejuízos financeiros
Cada minuto de downtime pode custar milhares de reais. Sistemas de recuperação bem estruturados evitam paralisações longas, preservando receita e evitando penalidades contratuais.
3. Proteção contra ataques cibernéticos
Com o aumento dos ataques de ransomware e vazamentos de dados, o Disaster Recovery se torna uma camada de defesa essencial. É a última linha de proteção para restaurar sistemas comprometidos sem pagar resgates ou sofrer perdas permanentes.
4. Aderência a normas e compliance
Setores como financeiro, saúde e jurídico precisam cumprir normas de compliance (como LGPD, ISO 27001, entre outras), que exigem a existência de planos de continuidade e recuperação.
Estratégias de Disaster Recovery para Ambientes Cloud-Native
Com a adoção de arquiteturas baseadas em microserviços, contêineres e ambientes multicloud, o Disaster Recovery também evoluiu. Veja algumas boas práticas modernas:
• Backups automatizados e distribuídos
Configurar backups frequentes com versionamento e replicação entre regiões garante integridade e acessibilidade dos dados.
• Infraestrutura como código (IaC)
Utilizar ferramentas como Terraform e Ansible permite recriar ambientes inteiros a partir de código, com consistência e rapidez, em caso de falha.
• Armazenamento em múltiplas zonas de disponibilidade
Utilizar recursos como Amazon S3 ou Azure Blob Storage com replicação entre regiões aumenta a resiliência da infraestrutura.
• Testes regulares do plano de recuperação
Realizar simulações reais garante que, em caso de desastre, a equipe saiba exatamente o que fazer — reduzindo o RTO (Recovery Time Objective) e o RPO (Recovery Point Objective).
Conclusão
Implementar um plano de Disaster Recovery robusto não é mais uma opção — é uma necessidade crítica para empresas que dependem de sistemas digitais. Em ambientes cloud-native, as possibilidades de automação e resiliência tornam essa prática ainda mais acessível e eficaz.
A K2 Cloud auxilia empresas a desenharem e executarem estratégias de continuidade que garantem disponibilidade, segurança e escalabilidade, mesmo diante dos piores cenários.
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